Síndico, gerente de loja e organizador de evento costumam pesquisar a empresa de vigilância e pedir a autorização antes de pedir uma proposta. A Aria monta o site da sua empresa de segurança privada, com a autorização da Polícia Federal e os serviços à vista, domínio e e-mail próprios, por R$ 89 por mês e com a primeira mensalidade só depois que você aprovar.
Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site.
Quem assina o contrato de vigilância quer ver a autorização primeiro
Vigilância patrimonial, segurança de evento, escolta, monitoramento: quem compra esses serviços costuma ser um síndico, um gerente ou uma comissão organizadora, e responde pela escolha que fez. A lei de 2024 prevê penalidade e multa também para quem contrata serviço de segurança privada em desconformidade, e isso leva o comprador cuidadoso a pedir a prova antes de assinar.
A primeira prova que ele procura é o site da empresa. Ali quer achar a razão social, o CNPJ, a menção à autorização da Polícia Federal, os estados em que a empresa pode atuar e a lista do que ela está autorizada a prestar. A empresa que mostra tudo isso na primeira página leva vantagem sobre a que só passa o número do telefone.
Segurança privada: poucas empresas na base, muita gente na folha
São 3.578 empresas de vigilância e segurança privada ativas com e-mail no cadastro do CNPJ, no recorte da Aria, e 1.066 delas, ou 29,8%, usam e-mail no próprio domínio. Entre as 375 empresas com domínio próprio que a Aria mediu, 268 (71%) já têm site no ar. O ramo é maior do que a base de e-mails sugere: o IBGE registra 11.133 unidades locais e 580.937 assalariados, o que dá dezenas de empregados por unidade.
São Paulo concentra 869 empresas da base, 24,3% do total, e 2.796 unidades no IBGE, 25,1% do país. O uso do domínio varia por cidade: em Curitiba 35 das 61 empresas têm domínio próprio, em Belém 24 de 45 e em Manaus apenas 17 de 77.
O que entra no site de uma empresa de vigilância
- Razão social, CNPJ e autorização de funcionamento concedida pela Polícia Federal, com os estados em que a empresa está autorizada, porque a autorização vale por estado.
- Serviços autorizados, um por página: vigilância patrimonial, segurança de eventos, escolta, transporte de valores, monitoramento. Só entra o que a sua autorização cobre.
- Certificado de segurança do estabelecimento, emitido pela Polícia Federal, quando a empresa o tiver.
- Escola de formação: quem forma vigilantes diz que é escola de formação de profissional de segurança privada autorizada pela Polícia Federal.
- Renovação da autorização: o dado vem atualizado, porque a autorização é renovada periodicamente.
- Como pedir proposta: formulário que chega ao e-mail da empresa e botão de WhatsApp para dúvidas, com contratos@suaempresa.com.br ou o nome que você escolher.
Autorização, farda e nome: o que a lei pede de quem anuncia segurança
Segurança privada é atividade autorizada. Pelo Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras, de setembro de 2024, prestar o serviço depende de autorização prévia da Polícia Federal, que também controla e fiscaliza o setor. O estatuto revogou a lei de 1983, e citar a lei antiga como base legal é sinal de texto desatualizado; por isso o site não a usa. O decreto de 2026 regulamentou o estatuto, e a lei deu prazo de adequação até setembro de 2027.
O site de uma empresa de segurança é oferta de serviço, e a lei pune quem organiza, oferece ou contrata serviço de segurança privada em desconformidade. Oferecer serviço com arma de fogo sem ter autorização é crime. Nem o estatuto nem o decreto trazem artigo só sobre propaganda, e é dessas regras gerais que saem os cuidados do site.
Por isso o site apresenta só os serviços que a sua empresa está autorizada a prestar. Ficam de fora o “vigilante autônomo”, o “vigilante freelance” e a “cooperativa de vigilantes”, porque a lei veda a prestação de forma cooperada ou autônoma, e ficam de fora o nome, o slogan e as imagens que lembrem polícia, força tática ou guarda municipal. A promessa de “porte de arma para o cliente” ou de “segurança armada sem burocracia” também não entra.
A lei de 2012 veda distintivo, insígnia e emblema que possam ser confundidos com os da polícia, das Forças Armadas, dos bombeiros militares ou das guardas municipais, e o decreto proíbe uniforme assemelhado ao desses órgãos. O uniforme é aprovado previamente pela Polícia Federal. O site usa as fotos da equipe que você mandar, com o uniforme aprovado, e deixa de fora a imagem de banco com farda de polícia.
A Aria não pede autorização à Polícia Federal nem escolhe os serviços da empresa: o site mostra o que ela já tem. O texto final só vai ao ar depois da sua aprovação, e a responsabilidade pelo que se anuncia é da empresa. Se a Polícia Federal ou a Secretaria de Segurança do seu estado exigirem algo a mais, a alteração é pedida por e-mail e entra no site.
Um serviço, uma página, e só os que a autorização cobre
Vigilância patrimonial
É o serviço de condomínios, indústrias e comércio. A página explica como a equipe atende, mostra a foto do veículo identificado, se a empresa tiver, e leva o comprador a pedir uma proposta por escrito.
Segurança de eventos
Show, feira, formatura e jogo têm data marcada, e o organizador procura com antecedência. A página mostra os tipos de evento atendidos, os estados em que a empresa está autorizada e um formulário para enviar data e local.
Escolta e transporte de valores
Essa página só existe se a autorização cobre esses serviços. O decreto manda que o veículo de escolta tenha inscrições externas legíveis com nome, logotipo e atividade da empresa, e a foto do site é a de um veículo nesse padrão.
Da autorização ao site no ar, passo a passo
Você faz o cadastro com o CNPJ da empresa, em uns 5 minutos. Em seguida manda por e-mail a lista de serviços que a autorização cobre, os estados de atuação, o logotipo e fotos da equipe uniformizada, se tiver. O site fica pronto em até 5 dias úteis num endereço provisório, as correções são pedidas por e-mail. Com a sua aprovação vem a primeira mensalidade, e só depois o site é publicado no domínio da empresa.
- Site institucional ou loja virtual, no mesmo valor
- Domínio .com.br registrado em nome da empresa e renovado pela Aria
- E-mails @suaempresa.com.br com 5 GB, webmail e antispam
- Hospedagem, certificado SSL e cópia de segurança diária
- Alterações de texto, foto e preço pedidas por e-mail
- Site pronto em até 5 dias úteis num endereço provisório
Dúvidas de quem vende segurança
Tem taxa de criação do site?
Não tem. Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site. Também não há fidelidade: você encerra o serviço quando precisar.
Por que o site não anuncia vigilante autônomo para eventos pequenos?
Porque a lei veda a prestação de segurança privada de forma autônoma ou cooperada, e o site não usa expressões como vigilante autônomo, freelance ou cooperativa de vigilantes. O serviço é oferecido pela empresa autorizada.
Faço portaria e controle de acesso para condomínios. Posso anunciar?
Portaria, zeladoria e controle de acesso não constam do rol de serviços da lei, e a leitura corrente é que não são segurança privada, mas a lei não diz isso de forma expressa. Confirme o enquadramento com a Polícia Federal antes de anunciar, e o site não usa a frase “portaria não precisa de autorização” como argumento de venda.
O nome da minha empresa tem “Força Tática”. O site mantém?
O nome empresarial passa por aprovação prévia da Polícia Federal, junto com os atos constitutivos. O site usa o nome como está aprovado, mas não cria slogan nem texto que sugira órgão público, e manter ou trocar o nome é decisão sua.
A autorização vale para o Brasil inteiro?
Ela é concedida por estado. O site lista os estados em que a empresa está autorizada e, se ela passar a atuar em outro, o pedido de alteração vai por e-mail.
Onde estão as empresas de vigilância
As cidades com mais empresas de vigilância no recorte da Aria e os estados que concentram o ramo.
Cidades com mais empresas de vigilância
Estados com mais empresas
O site da sua empresa de segurança, com a autorização à mostra, em até 5 dias úteis
Faça o cadastro com o CNPJ da empresa, confira o site no endereço provisório e comece a pagar os R$ 89 por mês só depois de aprovar o que foi montado.
- Receita Federal, dados abertos do CNPJ: estabelecimentos ativos com a subclasse 8011-1/01 (atividades de vigilância e segurança privada) e e-mail no cadastro, recorte da Aria em outubro de 2026.
- Presença de site: medição da Aria (filtro privado) sobre empresas de segurança privada com e-mail em domínio próprio exclusivo e funcionando, em outubro de 2026; nos estados, só onde a amostra passa de 30.
- IBGE, Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2024, tabela 9528, classe 80.11-1 (atividades de vigilância e segurança privada).
- Lei 14.967, de 9 de setembro de 2024 (Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras), arts. 2º, 4º, 5º, 40, 46, 48, 50, 60 e 70.
- Decreto 13.012, de 9 de junho de 2026 (regulamenta a Lei 14.967/2024), arts. 2º, 10, 11, 14, 19 e 57.
- Lei 12.664/2012, art. 1º, § 2º (distintivos, insígnias e emblemas das empresas de segurança privada).
- Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026 (procedimentos de autorização, controle e fiscalização da segurança privada), publicada no DOU de 04/08/2026.
- Lei 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor), arts. 30, 31, 36, 37 e 38.
- Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), art. 63 (acessibilidade em sítio de empresa com sede no País).
