O embarcador que precisa mandar uma carga pesquisa a rota, o tipo de veículo e, antes de pedir cotação, confere se a transportadora está registrada na ANTT. A Aria monta o site da sua transportadora, com RNTRC, rotas e frota à vista, domínio e e-mail próprios, por R$ 89 por mês e com a primeira mensalidade só depois que você aprovar.
Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site.
Quem tem carga para mandar procura rota, veículo e registro
O cliente da transportadora é um embarcador: a indústria que despacha todo mês, o atacadista, a loja que vende pela internet e precisa entregar longe. Ele não procura “transporte” em geral. Procura a empresa que roda da cidade A para a cidade B, com o tipo de caminhão que a carga pede, e quer saber se ela está regular, se tem seguro e em quanto tempo entrega.
Numa cidade grande, com milhares de transportadoras, quem responde a isso numa página só, com endereço próprio e e-mail com o nome da empresa, sai na frente de quem passa a cotação por telefone e o número por mensagem.
Transportadoras: mais de meio milhão na base, quase todas sem endereço próprio
São 548.137 transportadoras ativas com e-mail no cadastro do CNPJ, no recorte da Aria, e só 31.749, ou 5,8%, usam e-mail no próprio domínio. As outras 516.388, 94,2% do total, recebem pedido num endereço de provedor comum. Das 7.462 transportadoras com domínio próprio que a Aria mediu no Brasil, 4.253 (57%) têm site no ar, e a taxa muda bastante pelo país: 70% no Distrito Federal, 62% em São Paulo e 36% em Mato Grosso.
São Paulo concentra 183.344 transportadoras da base, 33,4% do total. Entre as cidades, Guarulhos aparece em terceiro, com 10.563, atrás da capital paulista (49.331) e do Rio de Janeiro (16.076). No IBGE, que conta o mercado inteiro, são 266.547 unidades locais de transporte rodoviário de carga, com 1.256.885 assalariados, e o Paraná é o segundo estado, com 32.664 unidades, 12,3% do país.
O que a transportadora põe no ar para o embarcador conferir
- Razão social, CNPJ e endereço do pátio ou da filial, com mapa e contato.
- Número do RNTRC e categoria (empresa ou cooperativa), o dado que o embarcador confere no portal da ANTT.
- Rotas e regiões atendidas, com as cidades de origem e de destino mais comuns.
- Frota e tipos de carga: baú, carreta, graneleiro, o que a empresa de fato tem e o que ela de fato transporta.
- Seguro da carga, com as coberturas reais, e o prazo de entrega por rota.
- Pedido de cotação por formulário que chega ao e-mail da empresa, com cotacao@suatransportadora.com.br para a equipe, e botão de WhatsApp para dúvidas.
ANTT, RNTRC e piso do frete: o que o site de uma transportadora pode prometer
O transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração é atividade registrada. A lei exige inscrição prévia no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas, o RNTRC, da ANTT, com revalidação anual desde a alteração de 2026, nas categorias de transportador autônomo, empresa e cooperativa. A empresa precisa ter sede no país, veículo de carga registrado, responsável técnico indicado e capacidade financeira e idoneidade demonstradas.
A lei manda exibir o número do RNTRC no veículo, e não no site. Mesmo assim, o número e a categoria na página são o que o embarcador confere no portal da ANTT, e por isso o site da Aria os traz, desde que sejam da própria empresa e estejam em dia. RNTRC vencido, não revalidado ou de terceiro fica de fora.
O risco maior da comunicação do ramo está no preço. A lei dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas determina que o frete seja remunerado em patamar igual ou superior aos pisos fixados pela ANTT e veda qualquer acordo que leve a frete abaixo do piso. Pela lei de 2026, a prática reiterada pode gerar suspensão cautelar e cancelamento do RNTRC, e quem contrata ou subcontrata abaixo do piso, em reincidência, pode ser multado em até um milhão de reais. Por isso nenhuma página de transportadora da Aria anuncia “frete abaixo da tabela”. Quando o site fala de preço, diz que ele observa os pisos mínimos e que a operação gera o CIOT, o código de identificação da operação de transporte, quando for o caso.
O site também não promete transporte de produto perigoso sem a habilitação específica, nem seguro que a apólice não cobre, e não usa veículo de categoria particular como se fosse frete de terceiros. O regulamento do RNTRC em vigor é o da ANTT de 2022, e a página não cita o de 2015, que foi revogado.
A Aria não faz o registro na ANTT nem calcula o piso do seu frete: o site mostra o que a empresa já tem. Ele é montado seguindo essas regras, o texto final é aprovado por você e a responsabilidade pelo que se anuncia é da transportadora.
Rota, frota e prazo: as três páginas que o embarcador abre primeiro
Rotas e cidades atendidas
Uma lista por região, com as cidades de coleta e de entrega. Quem busca “transportadora de Guarulhos para Curitiba” cai na página que diz isso com todas as letras, e não numa tabela escondida num PDF.
Frota e tipos de carga
Os veículos que a empresa tem e a carga que ela leva, de carga seca a volume fracionado, conforme o seu caso. Carga especial só entra se a empresa tem a habilitação para ela.
Seguro e prazo
O que a apólice cobre e o que fica de fora, o prazo estimado por rota e o caminho para reclamar quando algo sai errado. Seguro e prazo prometidos além do que existe viram problema com o cliente e com o Código de Defesa do Consumidor.
Do CNPJ ao site da transportadora no ar
O cadastro é com o CNPJ da empresa e leva uns 5 minutos. Depois você manda por e-mail o número do RNTRC e a categoria, as rotas, os tipos de carga, a frota, os dados do seguro e o logotipo, com fotos dos veículos, se tiver. Em até 5 dias úteis o site aparece num endereço provisório, e os acertos são pedidos por e-mail. Você aprova, paga a primeira mensalidade e só então o site vai para o domínio da transportadora.
- Site institucional ou loja virtual, no mesmo valor
- Domínio .com.br registrado em nome da empresa e renovado pela Aria
- E-mails @suaempresa.com.br com 5 GB, webmail e antispam
- Hospedagem, certificado SSL e cópia de segurança diária
- Alterações de texto, foto e preço pedidas por e-mail
- Site pronto em até 5 dias úteis num endereço provisório
O que os donos de transportadora perguntam
Tem taxa de criação do site?
Não tem. Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site. Também não há fidelidade: você encerra o serviço quando precisar.
Posso mostrar o preço do frete no site?
Se o site mostra valor, ele diz que o preço observa os pisos mínimos da ANTT. O caminho mais simples é a cotação por formulário, porque o valor depende de rota, carga e peso, e o pedido chega ao e-mail da empresa.
Sou obrigado a mostrar o RNTRC no site?
A lei manda o número no veículo, não no site. A página traz o número e a categoria porque o embarcador confere, e porque isso sustenta a sua oferta, mas só se o registro estiver em dia.
Somos cooperativa de transporte de cargas. Como a categoria entra na página?
A categoria no registro é a de cooperativa, e o site mostra a categoria que consta no seu RNTRC, sem trocar por outra. O resto da página segue o mesmo desenho.
Posso escrever que a carga viaja com seguro total?
Não. O site informa as coberturas reais da apólice e o que fica de fora, porque a oferta vincula quem anuncia e promessa maior que o seguro vira disputa com o cliente.
Onde estão as transportadoras
As cidades que mais têm transportadoras no recorte da Aria, a página de quem faz mudanças e os estados que concentram o ramo.
Cidades com mais transportadoras
Quem carrega a casa dos outros
Estados com mais transportadoras
O site da sua transportadora, com RNTRC e rotas à vista, em até 5 dias úteis
Cadastre a empresa com o CNPJ, confira o site no endereço provisório e só comece a pagar os R$ 89 por mês depois de aprovar o que foi montado.
- Receita Federal, dados abertos do CNPJ: estabelecimentos ativos com as subclasses 4930-2/01 e 4930-2/02 (transporte rodoviário de carga, municipal e intermunicipal, interestadual e internacional) e e-mail no cadastro, recorte da Aria em outubro de 2026.
- Presença de site: medição da Aria (filtro privado) sobre transportadoras com e-mail em domínio próprio exclusivo e funcionando, em outubro de 2026; nos estados, só onde a amostra passa de 30.
- IBGE, Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2024, tabela 9528, classe 49.30-2 (transporte rodoviário de carga).
- Lei 11.442/2007 (transporte rodoviário de cargas), art. 1º e art. 2º, com as alterações das Leis 12.667/2012, 14.206/2021 e 15.485/2026.
- Lei 13.703/2018 (Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas), art. 4º e § 2º, e arts. 5º-A a 5º-E.
- Lei 15.485, de 5 de agosto de 2026 (cadastramento da operação de transporte, CIOT e medidas de cumprimento dos pisos mínimos).
- Resolução ANTT nº 5.982/2022 (regulamento do RNTRC), arts. 2º, 3º, 11 e 25.
- Lei 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor), arts. 21, 30, 31, 35, 36, 37, 39, 40 e 49.
- Decreto 7.962/2013, arts. 2º, 4º e 5º (comércio eletrônico).
- Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), art. 63 (acessibilidade em sítio de empresa com sede no País).
