Quem vai contratar um fotógrafo decide olhando as fotos dele: pesquisa o tipo de ensaio, abre a galeria e só então pergunta pelo pacote. A Aria monta o site do seu estúdio com portfólio separado por tipo de trabalho, pacotes e contato, com domínio e e-mail próprios, por R$ 89 por mês e com a primeira mensalidade só depois que você aprovar.
Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site.
O cliente quer ver trabalho parecido com o que precisa
A noiva procura casamento, a mãe procura ensaio de criança, a loja procura foto de produto e o formando procura quem faça a turma inteira. Cada um quer ver exemplos do seu tipo de trabalho, sem ter de rolar um feed misturado até achar. Depois da galeria vêm as perguntas práticas: quantas fotos entram, em quanto tempo chegam, se o fotógrafo atende na cidade, se a data está livre.
Uma rede social mostra o último trabalho e esconde o resto. No site, cada tipo de ensaio tem a sua galeria, os pacotes ficam num lugar fixo e o endereço leva o nome do estúdio. Para quem vende confiança no olhar, a vitrine arrumada já é parte do serviço.
Muitos fotógrafos, quase todos pequenos, poucos com endereço próprio
São 58.992 estúdios e fotógrafos ativos com e-mail no cadastro do CNPJ, no recorte da Aria, e só 7,6% deles usam e-mail no próprio domínio. Para os outros 54.533, o contato do estúdio é um endereço de provedor comum. Entre os 2.256 estúdios de fotografia com domínio próprio medidos pela Aria, 67% já têm site no ar, e em Santa Catarina a taxa chega a 72%.
O IBGE conta 14.270 unidades locais de atividades fotográficas, com 11.184 assalariados no total, ou 0,8 por unidade. Em geral, quem fotografa também responde as mensagens, fecha o contrato e entrega o material. O estado de São Paulo reúne 31,4% dos estabelecimentos do recorte, e a capital paulista sozinha tem 8.355, seguida pelo Rio de Janeiro com 3.902 e por Brasília com 1.709. Onde há tanta oferta, o nome do estúdio no endereço e no e-mail é o que o cliente lembra depois de ver o trabalho.
O que o visitante encontra no site do estúdio
- Galerias por tipo de trabalho: casamento, família, gestante, formatura, produto, empresa. Cada uma com o crédito do autor e só com imagens que você pode mostrar.
- Pacotes com o que cada um inclui: duração da sessão, quantidade de fotos tratadas, forma de entrega, prazo, cancelamento e reembolso.
- Quem fotografa: um texto sobre você e sobre o estilo do estúdio, para o cliente saber com quem vai trabalhar.
- Onde atende: endereço do estúdio com mapa, cidades que você cobre e trabalho em locação.
- Reserva: formulário que chega ao e-mail do estúdio e botão de WhatsApp para tirar dúvida sobre a data. A agenda continua no calendário que você já usa.
- E-mail com o nome do estúdio, como contato@seuestudio.com.br, e o aviso de privacidade e cookies no rodapé.
Foto de gente e foto de autor: as duas leis que o portfólio atravessa
Fotógrafo não tem conselho de classe nem registro obrigatório, então o site não precisa exibir número de inscrição. O que pesa são as leis gerais, e elas olham para dois lados.
O primeiro é a pessoa fotografada. O Código Civil protege a imagem de cada um: usar o rosto de alguém para fins comerciais, e o portfólio do estúdio é um deles, depende de autorização. Por isso o contrato do ensaio deve trazer a autorização de uso de imagem, dizendo onde a foto pode aparecer. Com criança e adolescente, quem autoriza são os responsáveis. A Lei Geral de Proteção de Dados soma outra camada: foto de pessoa identificável é dado pessoal, e levar a foto de um ensaio contratado para a vitrine do site é uma finalidade nova, que pede consentimento.
O segundo lado é o autor. A fotografia é obra protegida pela lei de direitos autorais: quem a usa deve indicar o nome de quem fez, e quem contrata recebe uma licença de uso, não a titularidade. Vale deixar isso escrito nos termos do pacote. O portfólio, por sua vez, leva foto sua ou licenciada, nunca imagem de banco, de rede social ou de outro fotógrafo sem licença e sem crédito.
A Aria monta as galerias com o que você enviar e coloca o crédito do autor em cada foto. A autorização de quem aparece nas imagens continua sendo sua, e o texto final do site só vai ao ar depois da sua aprovação.
O pacote escrito de um jeito que o cliente confere
O que o site promete é oferta, e o Código de Defesa do Consumidor trata a oferta como compromisso: o que está escrito obriga quem escreveu. Se o pacote diz que a sessão rende um certo número de fotos tratadas, o cliente vai contar. Se diz que a galeria chega num prazo, vai cobrar a data.
Por isso a página de cada pacote responde, em linguagem simples, o que acontece quando a sessão é remarcada, quando chove na locação, quando o cliente quer fotos a mais e quando desiste. Também evita que a foto de vitrine prometa o que o pacote não entrega, como um segundo fotógrafo ou um cenário montado que só existe no pacote maior.
Do cadastro ao portfólio publicado
O cadastro é feito com o CNPJ do estúdio e leva uns 5 minutos. Depois você manda por e-mail as galerias que quer mostrar, já separadas por tipo de ensaio, a lista de pacotes com o que cada um inclui, um texto sobre o seu trabalho e o logotipo, se tiver. Em até 5 dias úteis o site fica num endereço provisório. Você confere galeria por galeria, pede os ajustes por e-mail e, aprovado o site, vem a primeira mensalidade e a publicação no seu domínio.
- Site institucional ou loja virtual, no mesmo valor
- Domínio .com.br registrado em nome da empresa e renovado pela Aria
- E-mails @suaempresa.com.br com 5 GB, webmail e antispam
- Hospedagem, certificado SSL e cópia de segurança diária
- Alterações de texto, foto e preço pedidas por e-mail
- Site pronto em até 5 dias úteis num endereço provisório
O que os fotógrafos costumam perguntar
Tem taxa de criação do site?
Não tem. Sem taxa de criação: você só paga a mensalidade de R$ 89, depois de aprovar o site. Também não há fidelidade: você encerra o serviço quando precisar.
Posso mostrar no site as fotos dos meus clientes?
Pode, desde que a pessoa tenha dado a autorização de uso de imagem, de preferência por escrito no contrato do ensaio. Sem ela, a foto fica fora do portfólio. No caso de menores, a autorização é dos pais ou responsáveis.
De quem é a foto depois que eu entrego o álbum?
De quem fez. O cliente recebe uma licença para usar o material do jeito combinado, e isso pode vir resumido nos termos do pacote. A redação final dessa regra é sua, e o site apenas a publica.
Posso completar o portfólio com fotos de banco de imagens?
Só com licença e crédito, e nunca como se fossem suas. Para quem contrata, uma galeria própria, mesmo pequena, vale mais do que uma cheia de imagens emprestadas.
Sou MEI e fotografo sozinho. O plano serve?
Serve. O cadastro pede o CNPJ, e o MEI tem um. Você ganha domínio e e-mail com o nome do estúdio e um site que fica no ar enquanto você está fotografando.
Devo colocar o valor dos pacotes no site?
Nenhum conselho proíbe, então a escolha é sua. Ver o valor ajuda o cliente a decidir se o pacote cabe no orçamento antes de escrever. O importante é dizer o que cada valor inclui, sem o “a partir de” solto.
Onde há mais estúdios no recorte da Aria
As cidades e os estados com mais estúdios de fotografia no recorte.
Cidades com mais estúdios de fotografia
Seu portfólio num site pronto em até 5 dias úteis
Mande o CNPJ e as galerias que você quer mostrar. O site chega a um endereço provisório em até 5 dias úteis, e a primeira mensalidade, de R$ 89, só vem depois da sua aprovação.
- Receita Federal, dados abertos do CNPJ: estabelecimentos ativos com a subclasse 7420-0/01 (atividades de produção de fotografias) e e-mail no cadastro, recorte da Aria em outubro de 2026.
- Presença de site: medição da Aria (filtro privado) sobre estúdios de fotografia com e-mail em domínio próprio exclusivo e funcionando, em outubro de 2026; nos estados, só onde a amostra passa de 30.
- IBGE, Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2024, tabela 9528, classe 74.20-0 (atividades fotográficas e similares).
- Código Civil (Lei 10.406/2002), art. 20: salvo se autorizadas, a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa podem ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo de indenização, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais; art. 21 (inviolabilidade da vida privada).
- Lei 9.610/1998, art. 7º, VII (obras fotográficas são obras protegidas), art. 29 (a utilização da obra depende de autorização prévia e expressa do autor) e art. 79, §§ 1º e 2º (a fotografia usada por terceiros indicará de forma legível o nome do autor).
- Lei 13.709/2018 (LGPD), art. 5º, I, art. 7º e art. 11 (dado pessoal, bases legais e consentimento).
- Lei 8.078/1990 (CDC), arts. 30, 31, 36, 37 e 38 (oferta, informação e publicidade).
- Lei 13.146/2015, art. 63 (acessibilidade em sítio de empresa com sede no País).
